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Raclette Os anais mostram que já em 1291, no mosteiro de Ob-und-Nidwaldem na Suíça, William Tell, o famoso herói, se deliciava com o "Bratchäs" (Queijo assado), como a Raclette era antigamente chamada. Em 1574 uma receita detalhada aparece em Sion, capital do Canton du Valais na Suíça de fala francesa. O queijo é derretido na frente de uma fogueira e colocado sobre batatas fervidas com muita pimenta do reino, picles e frios variados. A palavra "Raclette" (do francês Racler = raspar) foi inventada para a exposição Cantonal du Valais de 1909 tanto para a iguaria como também para o queijo usado a esse fim. A maneira mais autentica de degustar a Raclette seria perto de uma fogueira, ao ar livre, com um verdadeiro queijo Raclette como o faziam os pastores que a inventaram. Para facilitar a vida foram criados aparelhos que permitem deliciar-se com esse prato em restaurantes ou na sua casa. Hoje o queijo de denominação Raclette é feito tanto no Valais na Suíça como na Savoie na França. É um queijo menos firme que o Gruyère, com uma textura cremosa e suave e um toque frutado que se intensifica quando derretido. No Pátio Verona, pode-se degustar a legítima Raclette, feita com queijo Raclette da Savoie e num autentico aparelho importando da França. A Raclette é servida com batatas fervidas, cebolinhas e pepinos em vinagre e uma seleção de frios. O ideal é acompanhá-la com um vinho branco seco.
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